quinta-feira, 30 de novembro de 2017

FICHAMENTO DO LIVRO: LARAIA, Roque de Barros. Cultura: Um conceito antropológico.

Laraia apud Keesing destaca “Não existe correlação significativa entre a distribuição dos caracteres genéticos e a distribuição dos comportamentos culturais. Qualquer criança humana normal pode ser educada em qualquer cultura se for colocada desde o início em situação conveniente de aprendizado." (pg. 9).   
Laraia apud Mead (1971) “mostra que até a amamentação pode ser transferida a um marido moderno por meio da mamadeira." (pg. 10).
Laraia apud Confúcio (IV a. C.) destaca “A natureza dos homens é a mesma, são os seus hábitos que os mantêm separados.” (pg. 11).
Laraia apud Tylor (1832-1917) destaca "No vocábulo inglês, culture que tomado em seu amplo sentido etnográfico é este todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, arte moral, leis, costumes, ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como membro de uma sociedade." (pg. 14).
Laraia apud Montaigne (1533-1572) destaca que “cada qual considera bárbaro o que não se pratica em sua terra.” (pg. 14).
Laraia apud Tylor "definiu cultura como sendo todo o comportamento aprendido, tudo aquilo que independer de uma transmissão genética, como diríamos hoje." (pg. 16).          
“O homem é o único ser possuidor de cultura." (pg. 16).                                                  
 "A noção popular do livre arbítrio humano envolve não somente a liberdade de agir de acordo com motivações, mas também o poder de quebrar a continuidade e de agir sem causa." (pg. 18).                                                                                                        "Todos sabem que nascemos com certos poderes e adquirimos outros, não é preciso argumentar para provar que algumas coisas de nossas vidas e constituição provem da natureza pela hereditariedade e que outras coisas chegam através de outros agentes o os quais a hereditariedade não tem nada a ver." (pg. 21).                   
Laraia apud Kroeber destaca "O homem procurou mostrar que separando o orgânico, de certa forma libertou-se da natureza. Tal fato possibilitou a expansão da espécie por todos os recantos da terra.” (pg. 22). 
“..., o comportamento dos indivíduos depende de um aprendizado, de um processo que chamamos de endoculturação. Um menino e uma menina agem diferentemente não em função de seus hormônios, mas em decorrência de uma educação diferenciada.” (pg. 22-23).     
 "Ao adquirir cultura perdeu a prosperidade animal, geneticamente determinada, de repetir os atos de seus antepassados, sem a necessidade de copiados ou de submeter a um processo de aprendizado." (pg. 23).                                                               
 "Em outras palavras, não basta à natureza criar indivíduos altamente inteligentes, isto ela o faz com frequência, mas é necessária que coloque ao alcance desses indivíduos o material que lhes permita exercer á sua criatividade de uma maneira revolucionaria." (pg. 25).                                                                                        
Laraia apud Kroeber destaca "A cultura mais do que herança genética, determina o comportamento do homem e justifica as suas realizações." (pg. 26).                                 Laraia apud Kroeber destaca "Adquirindo cultura o homem passou a depender muito mais do aprendizado do que agir através de atitudes geneticamente determinadas." (pg. 26).                                                                                                                     
"Tudo que o homem faz, aprendeu com os seus semelhantes e não decorre de imposições originadas fora da cultura." (pg. 27).                                                                        "O homem adquiriu, ou melhor, produziu cultura a partir do momento em que  seu cérebro modificado  pelo processo evolutivo dos primatas, foi  capaz de assim proceder." (pg. 28).   
Laraia apud Oakley destaca "A importância da habilidade manual, possibilitada pela posição ereta ao proporcionar maiores estímulos ao cérebro, com o consequente desenvolvimento da inteligência humana." (pg. 29).                                 
Laraia apud White destaca "Todo comportamento humano se origina no uso de símbolos. Foi o símbolo que transformou nossos ancestrais antropoides e homens fê-los humanos." (pg. 29).                                                                                                       
 Laraia apud Geertz destaca "A transição para a humanidade, como a paleontologia humana demonstrou que o corpo humano formou-se aos poucos". (pg. 30).                        Laraia apud Strauss destaca "Cultura como um sistema simbólico que é uma criação acumulativa da mente humana." (pg. 32).                                                                         
Laraia apud Geertz destaca "Cada um de nós sabe o que fazer em determinadas situações, mas nem todos sabem prever o que fariam nessas situações. Estudar cultura é, portanto estudar um código de símbolos partilhados pelos membros dessa cultura." (pg. 33).                                                                                                      
Laraia apud Murdock (1932) destaca “Os antropólogos sabem de fato o que é cultura, mas divergem na maneira de exteriorizar este conhecimento”. (pg. 33).         
 Laraia apud Benedict destaca "Que a cultura é como uma lente através da qual o homem vê o mundo. Homens de culturas diferentes usam lentes diversas e, portanto tem visões desencontradas das coisas." (pg. 35).                                                                       "Dentro de uma mesma cultura a utilização do corpo é diferenciada em função do sexo, as mulheres sentam , caminham, gesticulam etc., de maneiras diferentes das do homem" (pg. 37).   
"O fato de que o homem vê o mundo através de sua cultura tem como consequência a propensão em considerar o seu modo de vida o mais correto e o mais natural." (pg. 38).         "A cultura também é capaz de provocar curas de doenças reais ou imaginarias." (pg. 40).                                                                                                                 
"A participação do indivíduo em uma cultura é sempre limitada, nenhuma pessoa é capaz de participar de todos os elementos de sua cultura." (pg. 42).                   
 Laraia apud Levy JR destaca "Nenhum sistema de socialização é totalmente perfeito em nenhuma sociedade são todos indivíduos igualmente bem socializados e ninguém é perfeitamente socializado.'' (pg. 43).                                                          
"Todo sistema cultural tem a sua própria lógica e não passa de um ato primário de etnocentrismo tentar transferir a lógica de um sistema para outro." (pg. 45).                  
Laraia apud Strauss destaca "O sábio nunca dialoga com a natureza pura, senão com um determinado estado de relação entre a natureza e a cultura definida por um período da história em que vive a civilização que é a sua e os meios materiais de que dispõe." (pg. 46).                                                                                                  
 Laraia apud Needham destaca "Cada cultura ordenou o seu modo que a circunscreve e que esta ordenação dá um sentido cultural á aparente confusão das coisas naturais." (pg. 48).                                                                                                 
"Talvez seja mais fácil explicar a mudança raciocinando em termos de padrões ideais e padrões reais de comportamento." (pg. 51).·.
Laraia apud Kroeber destaca "A linguagem para o indivíduo como para a raça humana é uma coisa inteiramente adquirida e não hereditária." (pg. 53).
"Não resta duvida que grande parte dos padrões culturais de um dado sistema não foram criados por um processo autóctone, foram copiados de outros sistemas culturais." (pg. 54).   
           


         








sábado, 4 de novembro de 2017

RESENHA CRITICA DO LIVRO "A ARTE DE ARGUMENTAR" DE ANTÔNIO SUARES DE ABREU

 O livro, “A arte de argumentar” de Antônio Suarez Abreu, traz um conjunto de ideias, de como é importante que o ser humano saiba argumentar, seja qual for o assunto com a qual é proposto a ele. A obra é dividida em seis capítulos, onde o autor demonstra e relata quais caminhos a se tomar, o que se deve fazer para ter bons argumentos e o quanto ele é essencial no dia-dia das pessoas.
De início, o autor descreve que, por meio da leitura podemos aprender e nos aperfeiçoamos cada vez mais. Lendo descobrimos um mundo de muitas possibilidades e de ideias. Como resultado disso, enriquecemos nosso vocabulário e intelecto.                  
No decorrer do livro, o autor também destaca que, cada vez mais é preciso se ter uma boa relação com outras pessoas, e saber argumentar é uma ferramenta vital para tal fato.
A obra também relata as técnicas necessárias para se argumentar, como também os meios para persuadir, pois, qualquer um pode convencer o outro com seus argumentos, sendo eles bons e convincentes. A pessoa que irá argumentar, terá que ter a capacidade de adaptar-se ao público que ela está falando, sabendo quais são os verdadeiros valores do interlocutor ou grupo que o está assistindo. Já para persuadir, muitos usam de figuras retóricas, que são recursos linguísticos utilizados especialmente para esse meio. 
Argumentar envolve mesmo a habilidade de dialogar, discutir assuntos que sejam de domínio dos atores envolvidos, do convencimento, da astúcia em persuadir alguém a fazer alguma coisa, pois esta ferramenta contribui para os relacionamentos pessoal e profissional.
O autor conclui que, argumentar é convencer, ou seja, levar ao outro a se adequar as suas ideologias e as segui-las e que persuadir é se envolver no mundo do outro por inteiro, ouvi-lo e sensibilizando-o e que esta arte visa à qualidade de vida de todos.
O livro, “A Arte de Argumentar”, remete a um conteúdo que enriquecerá muito o relacionamento de quem o lê. Se você quer se tornar um líder, seja qual for à área, está ai um bom objeto de estudo, trazendo muito aprendizado e maneiras de comportamento, tanto no trabalho quanto na sociedade. 

REDAÇÃO: NACIONALISMO BRASILEIRO - A SEMANA DA ARTE MODERNA

Nacionalismo brasileiro
Um dos conceitos mais interessantes da História Política é o de nacionalismo. O nacionalismo é uma tese, ideológica, surgida após a Revolução Francesa. Mas na verdade, o que é o nacionalismo? Bresser Pereira define o nacionalismo como: “a ideologia fundamental da terceira fase da história da humanidade, a fase industrial, quando os estados nacionais se tornam a forma de organização político-cultural que substitui o império.” Em sentido geral, pode ser considerado como um sentimento de valorização marcado pela aproximação e identificação com uma nação.  Mas como este, foi chegar ao Brasil?  O ideário nacionalista surge no Brasil no século XIX, quando ganha o alvará de independência portuguesa, pois, inicialmente o Brasil foi uma colônia do Império Português, estabelecido durante a colonização portuguesa da América. Após a independência, a oligarquia colonial, nascida no Brasil, passou a desenvolver sentimentos contra o sistema colonial e a manifestar hostilidade às autoridades portuguesas. Os brasileiros tinham o desejo de terem um governo próprio e se ressentiam da riqueza nacional. Após a independência, o nacionalismo brasileiro manteve o seu sentimento e começou a expandir-se cada vez mais.
Já no século XX, vários fatores, tantos internos como externos, também contribuíram para um avanço significativo do nacionalismo brasileiro. Entre esses fatores, estavaA Semana de Arte Moderna”, que foi um movimento artístico e cultural, que ocorreu no estado de São Paulo, realizada entre os dias 13 a 18 de fevereiro no ano de 1922. Ela contava com a presença de ilustres artistas famosos, tais como, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, dentre outros.
Em meio a conflitos sociais, no Brasil e também no Mundo, a Semana de Arte Moderna aconteceu. Ela ocorreu em meados da Primeira Guerra Mundial. O evento foi de certa forma, conturbado. Porém, contudo, o Brasil necessitava de uma libertação, de um padrão original, pois, o país tinha suas políticas fundamentadas na cultura europeia, e neste contexto os brasileiros procuravam inovação nacional, pois, só assim o Brasil poderia se libertar e conseguir a livre expressão da criatividade, sem total influência das vanguardas europeias, onde que as mesmas influenciavam os artistas brasileiros e afirmavam que o Brasil estava atrasado culturalmente.
O Brasil teve um grande marco em relação ao Modernismo. Vários artistas brasileiros, que voltaram dos estudos nas escolas de artes internacionais, começavam a observar que o Brasil precisava de uma reforma artística. Iniciaram inúmeras manifestações, na literatura principalmente, nas artes e até publicações em revistas. Entre essa sede de um nacionalismo, tinha diversas características, que eram: buscar a modernidade em conjunto com a originalidade; a quebra de paradigmas em relação à forma de escrita; uma forte tendência ao nacionalismo e a aproximação do idioma. Houve a adaptação da língua, sendo inserida a linguagem popular, denominada como língua brasileira. E também a valorização da cultura indígena. Mais tarde, o nacionalismo se tornou bandeira, símbolo da resistência diante da dominação europeia.
A luta por maior espaço no interior do campo artístico e a busca por maior alcance e prestígio na sociedade brasileira, criada pela semana da arte moderna, recorreu também ao campo musical. No Brasil, o movimento da Semana de Arte Moderna realizada em 1922, trouxe à tona um movimento artístico que também buscava um sentido nacionalista na sua arte.  A crítica musical e a tentativa de se fazer uma história da música produzida no Brasil também se vinculam ao projeto de criação de uma musica nacional.
Heitor Villa-Lobos contribui na valorização do nacionalismo musical como a principal música produzida no Brasil. Villa-Lobos deu início a uma linha de trabalho que seria desenvolvida por ele, até o final da sua vida. Em 12 de fevereiro de 1932, Villa-Lobos entregou ao Presidente Vargas um memorial, de onde foi retirado o seguinte trecho:
 “No intuito de prestar serviços ativos ao seu país, como um entusiasta patriota que tem a devida obrigação de pôr à disposição das autoridades administrativas todas as suas funções especializadas, préstimos, profissão, fé e atividade, comprovadas pelas suas demonstrações públicas de capacidade, quer em todo o Brasil, quer no estrangeiro, vem o signatário, por este intermédio, mostrar a Vossa Excelência o quadro horrível em que se encontra o meio artístico brasileiro, sob o ponto de vista da finalidade educativa que deveria ser e ter para os nossos patrícios, ao obstante sermos um povo possuidor, incontestavelmente, dos melhores dons da suprema arte (KIEFER, 1986, p.146).”
A sua concepção de música nacionalista deve muito a acepção de Mário de Andrade. Mais do que a participação intensiva na semana, a importância do maestro para o modernismo brasileiro está na criação de uma linguagem própria na música nacional, unindo elementos de músicas folclóricas e indígenas. Villa-Lobos manteve uma preocupação com o ensino do Canto, assumindo cargos importantes dentro do Governo de Getúlio Vargas, como a chefia da Superintendência de Educação Musical e Artística. Realizou apresentações de canto,  principalmente em datas nacionais, assumindo uma forte preocupação com o caráter nacionalista da música.

Em consequência do movimento modernista, o país teve alguns movimentos culturais, obras e revistas. A revista Klaxon, criada a partir da Semana de Arte Moderna, trouxe inovações estéticas, além de dar apoio para as ideias dos Modernistas. Os reflexos da Semana, foram sentidos em todo o decorrer dos anos 1920, romperam a década de 1930, influenciaram toda a literatura produzida no Brasil durante o século XX e alcançaram a literatura contemporânea. De certa forma, tudo que é feito no país hoje, seja na literatura, seja nas artes plásticas, está relacionado com o Modernismo e consequentemente ligado a um forte sentimento nacionalista.

REDAÇÃO: CIVILIZAÇÕES PRÉ-COLOMBIANAS

Civilizações Pré-colombianas: Pesquisando o passado, descobrindo o futuro.
No século XV os Europeus descobriram a América. Ao chegarem ao continente, deram-lhe o nome de Novo mundo. Embora essas terras fossem desconhecidas dos europeus, não tinham nada de novo, pois, já tinha uma longa história, cheia de prestigio. Sem contato nenhum com o mundo exterior, os povos indígenas que habitavam essas terras, aprenderam a viver de modo sedentário, a construir aldeias e logo mais, as cidades. Organizaram-se em sociedades cada vez mais complexas, inventaram as primeiras formas de governos, desenvolveram os primeiros conceitos de universo e de vida que se tem conhecimento hoje e criaram suas próprias religiões. Alguns povos não deixaram praticamente nenhum vestígio que comprovem a sua existência, outros, deixaram grandes legados magníficos que iluminaram a história de todo um continente, foi o caso dos Maias, os Astecas e os Incas.
No final do século XV, período que marcou a chegada dos povos espanhóis no continente, contando com as três civilizações: Astecas, Maia e Incas. Essas civilizações ocuparam a Mesoamérica, que corresponde ao sul do México. Em termos gerais, se pode perceber que, o continente americano contava com ampla diversidade cultural que se desenvolveram de maneira própria.
Os Maias desenvolveram um sistema de escrituras dos quais se utilizavam os logogramas complementados por um conjunto de glifos silábicos, sendo assim chamada pelos europeus de hieroglífica.
 Ao contrário de outras civilizações, os Maias não se organizavam politicamente através de uma estrutura de poder centralizado. A sociedade era considerada esplendorosa devido ao controle e as disciplinas empregadas no desenvolvimento da agricultura. Eram produzidos algodão, cacau e agave, sempre realizando o sistema de rotação de cultura para ampliar a vida útil de seus terrenos.
Nessa sociedade a organização era bastante rígida e se orientavam em três classes sociais: No topo, estavam os governantes e os funcionários de alto calão; no centro, os funcionários públicos; e na base da pirâmide, estavam os camponeses e trabalhadores braçais. Contavam com uma arquitetura sempre ligada ao ideal religioso, várias colunas e templos eram erguidas em homenagem as divindades, tinham a face politeísta pautada pela crença na vida após a morte.
Os Astecas dentre as outras civilizações, eram os mais desenvolvidos. Viviam como nômades na qual eram índios que migraram ao vale do México para a ilha do lago Texcoco. O centro do império Asteca era a cidade de Tenochtetbán. Sua forma de governo tinha como base a monarquia onde que, se dividiam em cidades-estados, e cada cidade-estado tinha seu próprio rei.
 As pessoas eram organizadas em classes sociais, no topo estavam à nobreza, no meio as famílias castas e na base os escravos. Na agricultura cultivavam mandioca, fumo, cacau e algodão, tinham um sistema de irrigação avançado com canais e aquedutos. Desenvolveram uma escrita bem complicada, junto com um calendário solar de 365 dias. Referente à religião, eram politeístas.
Já a civilização Inca desenvolveu-se na região das Cordilheiras dos Andes. Os incas se organizavam em tribos. As disputas criaram nos incas um impulso imperialista, no século XV deu inicio a expansão Inca na qual avançavam em terras alheias para levar culturas aos povos selvagens.
A sociedade Inca era dividida em três grupos formando uma pirâmide: na base ficava os Yanaconas que eram os escravos que protegiam seus senhores, essa camada é que pagava os mais altos impostos, na parte do meio ficavam as famílias nobres, no topo era formado por sacerdotes chamados de “Grande Inca”.
No comércio costumavam trocar alimentos ou receber alimentos em troca de serviços prestados. Os Incas desenvolveram um sistema numérico para contagem que consistia em três cordas coloridas que indicavam a dezena, centena e a milhar e chamavam esse equipamento de “Quipus”. Porém não desenvolveram uma escrita definida.
A agricultura era bem desenvolvida produziam milho, feijão, batata entre outros.
Os incas eram politeístas acreditavam em vários deuses, trovão, sol e lua, sacrificavam animais e humanos em honra aos deuses. Praticavam danças e rituais conforme a ocasião. Alguns animais eram considerados sagrados como a condor e o jaguar.
A arquitetura desse povo é um fato bastante notável, pois o terreno era de grandes desníveis, suas construções permanecem até hoje, como as estradas entre as montanhas, pontes e o sistema de irrigação entre outras construções. Recebe destaque no artesanato em peças de ouro, calçados e tecidos.

Podemos concluir que, o nascimento e desenvolvimento das civilizações Inca, Maia e Asteca estão envoltas de lenda e mistério. Com uma história e costumes claramente diferenciados das outras civilizações, estas culturas tornaram-se grandes impérios de notável relevância, apesar de não utilizarem o ferro para a elaboração de objetos ou, no caso dos Incas, uma língua escrita, símbolos indiscutíveis de progresso e poder para outras culturas. Estes povos criaram civilizações recorrendo às características naturais das suas terras, desenvolvendo também progressos impressionantes no campo da engenharia, escultura, agricultura, astronomia ou matemáticas.

REDAÇÃO: OCUPAÇÃO E DOMINAÇÃO ESPANHOLA NA AMÉRICA.

A ocupação e dominação espanhola na América
A conquista da América e a sua colonização, foi um processo extremamente gigantesco que mudou os rumos das civilizações ocidentais. Este fato, na qual as principais marcas estão diretamente relacionadas com a expansão marítima e comercial, levada pelos países ibéricos, ou seja, Portugal e Espanha, no final do século XV, realizaram-se com a perda de milhares de vidas e o extermínio completo de muitas civilizações indígenas. As chamadas civilizações pré-colombianas contavam com sociedades complexas integradas por milhares de habitantes. Com isso, surge uma questão a ser respondida: Como foi possível os espanhóis conquistarem todas essas populações ali presentes?
A expansão marítima do comércio europeu, a partir do século XV, lançou com força várias nações europeias a iniciarem políticas que visassem ampliar o movimento comercial como forma de fortalecer o estado econômico das nascentes monarquias nacionais. Nesse contexto, a Espanha alcança um estrondoso passo ao anunciar a existência de um novo continente à Oeste.
A colonização espanhola teve início com a chegada de Cristóvão Colombo ás Antilhas em 1492, ele procurava um novo caminho as Índias. Ao chegarem por essas terras, os espanhóis se depararam com a existência de grandes civilizações, capazes de elaborar complexas instituições políticas e sociais. Muitos dos centros urbanos criados pelos chamados povos pré-colombianos superavam as cidades da Europa. Nesse momento, o Novo Mundo desperta a curiosidade e a ambição que concretizaria a colonização dessas novas terras.
Os primeiros contatos entre indígenas e europeus foi de grande estranhamento e um enfatizado choque cultural, pois, os colonizadores achavam peculiar a maneira que eles viviam, andavam seminus, eram nômades e não buscavam adquirir bem materiais, mas, apesar de tanta adversidade, os nativos receberam com cordialidade os europeus. A cobiça dos Europeus por riquezas mudou essa relação amistosa, se transformando em um violento, sangrento etnocídio, onde, muitas tribos indígenas foram dizimadas e na qual foram assassinados milhões de nativos.  Aqueles que não foram mortos, foram escravizados, eram obrigados a trabalhar por várias horas em trabalho exaustivos e perigosos, nas minas de ouro, nas fazendas e nos engenhos, tiveram que abandonar seu modo de vida, onde, viviam em harmonia com a natureza e seguir os costumes dos colonizadores que se consideravam uma raça superior.
Um dos mais debatidos processos de dominação da população nativa, aconteceu quando o conquistador Hernán Cortéz liderou as ações militares que subjugaram o Império Asteca. Os astecas acreditavam que os espanhóis eram deuses e acreditavam na realização de uma profecia, no que a mesma dizia que o deus Quetzalcoatl estaria retornando a terra, por isso quando chegaram a Tenochtitlán, em novembro de 1519, os espanhóis foram recebidos com boas vindas. Sabendo dessa informação o conquistador, Cortéz, tirou proveito da situação e logo começaram a tomar todos os objetos de ouro e outros metais preciosos, dando início ao fim do império asteca.
Os espanhóis permaneceram durante muitos meses em Tenochtitlán. Por um período Cortéz, passou o comando da cidade a seu substituto, Pedro de Alvarado e foi nesse momento que o comandante ordenou o massacre de milhares de astecas que estavam reunidos em um templo comemorando uma festa tradicional deles, na qual marcou o início da guerra entre espanhóis e astecas. Retornando de viagem, Cortéz não conseguiu controlar a situação e teve que fugir com seus aliados. Conseguiram se instalar em Tlaxcala, cidade considerada uma das maiores inimigas do povo asteca. Nesse tempo que permaneceram fora da capital, Cortéz buscou reforços na Espanha e também entre povos inimigos, conseguiu formar um exército composto por uma média de 900 soldados espanhóis e milhares de indígenas, acompanhado desse exército, munido de armamentos pesados o Comandante cercou a capital. Após 75 dias de combate intenso os astecas se renderam aos espanhóis, consolidando assim o fim do império asteca.
O império maia já estava em declínio antes mesmo da chegada dos espanhóis e não formavam um império com poder centralizado. Houve fatores que só pioraram a situação da população, além das guerras, pestes, terremotos e a falta de terras para o cultivo, desse modo à dominação espanhola foi facilitada pela decadência de algumas cidades maias. Os maias representaram uma resistência considerável em cada uma de suas cidades autônomas. Na conquista, os espanhóis consolidaram alianças com diversos povos indígenas e no final do século XVI, as colônias espanholas já implantavam um conjunto de instituições e práticas que asseguravam sua ação nos territórios coloniais.
 As colônias espanholas estavam afastadas do mundo exterior e as ruinas das cidades antigas eram pouco conhecidas, depois que os conquistadores espanhóis acabaram com as resistências. Quase no final do século XVII, a população maia sumiu, até que em meados do século XIX os arqueólogos a redescobriram.
Deve-se compreender a dominação espanhola como um processo gradual, aonde diversas táticas vieram a ser empregadas para que o projeto de colonização e exploração dos espanhóis fosse colocado em ação. De acordo com o poeta Pablo Neruda, três elementos foram responsáveis pela dominação espanhola: a cruz, a espada e a fome.
Quando Neruda fala da espada, ele referência à superioridade bélica que favoreceu os espanhóis durante as lutas contra os povos pré-colombianos. Contando com armas de fogo, canhões e cavalos os espanhóis conseguiram se sobressair mediante a simplicidade das armas dos índios americanos. No mesmo contexto quando ele cita a cruz, ele refere-se à catequese promovida pelos padres jesuítas, onde que foi uma prática que ao mesmo tempo em que se realizava a conversão religiosa das populações locais, também introduzia os valores favoráveis à aceitação da presença espanhola na região. Paralelamente, quando se refere à fome, Neruda cita que a fome e as doenças também influenciaram na diminuição das populações indígenas. A pesada rotina de trabalho e as penas aplicadas dentro do regime de semiescravidão imposto aos indígenas faziam com que muitos deles perdessem suas vidas. Por outro lado, as doenças trazidas pelo colonizador europeu deflagraram verdadeiras epidemias que dizimaram populações inteiras em um curto espaço de tempo.

Podemos concluir que, quando os espanhóis conquistaram a América, no século XVI,  tinham a vantagem de estar mais bem equipados que os nativos. Os cavalos, canhões e armas de fogo impactaram psicologicamente as populações que aqui moravam. Esse encontro entre espanhóis e ameríndios foi acompanhado pela cobiça, ira, ganância, ódio, inveja e a morte generalizada violentamente e pelas doenças. Os espanhóis queriam riquezas e a expansão da catequese cristã.  A cultura de povos como a dos Incas, Maias e Astecas, povos com alto grau de cultura, foi totalmente desrespeitada. A conquista e a colonização do território americano contaram com duas instâncias de poder: Da Igreja e da Coroa espanhola. Religião e Estado juntos para consolidar seus interesses por aqui. A cruz e espada delinearam a conquista e a colonização junto com a aculturação dos nativos.

domingo, 17 de setembro de 2017

Que carreira devo escolher?

Você já sabe como funciona o Ensino Superior? Não? Então o VIDINHA DE BLOGUEIRO vai explicar a você!
A primeira escolha que você tem de fazer ao ingressar no ensino superior é a categoria em que vai atuar, ou seja, optar pela escolha de um curso profissionalizante ou técnico. Dentre este menu de escolha está o bacharelado, licenciatura, tecnológico, cursos presenciais e a distância, e assim por diante. Depois escolher a universidade com a qual mais condiz com você, sendo ela pública ou particular.
Agora é hora de escolher o curso que quer fazer. É, sem dúvida, a decisão mais importante que já tomou até o momento. Isso porque o que definir, influenciará sua trajetória nos próximos anos. E mais, a escolha do curso vai traçar o profissional que você se tornará. Não existe um manual pronto que o ajude na escolha. Mas, há algumas maneiras de orientá-lo nessa decisão. Bora lá então?


1- Quem sou eu?

Conhecer-se, saber o que gosta de fazer, os ambientes em que se sente mais à vontade são atitudes que fazem a diferença nesse momento. Depois é preciso buscar o máximo possível de informações sobre as carreiras. E até se informar a respeito de áreas que não tem muito interesse. Hoje em dia há tantas possibilidades de cursos que você pode se surpreender com algo que não sabia que existia. Aí é só juntar tudo e identificar o que quer fazer. Só se conhecendo bem você será capaz de identificar suas preferências. Faça uma análise sincera da sua personalidade. Coloque no papel as respostas para as seguintes perguntas: Você é introvertido ou extrovertido? Agitado ou tranquilo? Tem facilidade em se relacionar ou se sente mais confortável em pequenos grupos ou até sozinho? Tem espírito aventureiro ou gosta de lugares mais calmos? Está aberto a novas experiências ou prefere a rotina? O que gosta de fazer no tempo livre? Quais são seus pontos fortes e fracos? Indague-se também sobre os assuntos que acha mais interessantes e avalie como foi sua vida escolar até então. Por fim, relacione aquelas atividades que não se imagina fazendo de jeito nenhum e pondere sobre o que pretende ser daqui para a frente. Como se vê daqui a 20 anos? Lembre-se de que o trabalho costuma ocupar grande parte do seu tempo e define um estilo de vida. Por isso, é importante que você se identifique com os temas, as pessoas e os ambientes que farão parte do seu cotidiano.

2. COMO É O CURSO?

Antes de escolher um curso, reúna o máximo de informações possíveis sobre as profissões – existem mais de 270 estabelecidas no mercado! Em cada uma delas, há uma infinidade de áreas de atuação possíveis.  Circular por essa feira de cursos e profissões também pode ajudá-lo a fazer uma escolha consciente. Ao visitar os estandes e participar de palestras, você pode descobrir que o seu futuro está em um curso que nem sabia que existia. Tente conhecer o maior número possível de carreiras – o que o profissional faz, quais os diferentes campos de atuação, as portas de acesso e as perspectivas futuras. Com relação ao curso superior, informe-se sobre a grade curricular: do que trata, exatamente, cada disciplina? Como são as aulas – práticas ou teóricas? Existem muitas matérias envolvendo cálculos, desenho, redação? A carga de leitura é grande? Considere, também, se você tem o perfil para o tipo de graduação que pretende fazer. Pessoas que sentem menos prazer com os estudos, por exemplo, se dariam melhor fazendo um curso superior tecnológico, mais curto e mais prático do que um bacharelado.

3. DE QUAIS CURSOS MAIS GOSTEI?

Depois de colher informações sobre as carreiras e os cursos superiores, é o momento de ir mais a fundo e elaborar uma lista de profissões finalistas. Da sua relação original, elimine as opções menos atrativas e tente associar algumas de suas habilidades e características com determinadas áreas. Se é uma pessoa dinâmica e esportiva, por exemplo, pode pensar em cursos como Educação Física, Fisioterapia, Esporte e até Medicina – uma das especialidades dessa profissão é a medicina do esporte. Definidas as finalistas, faça uma análise sincera se essas opções realmente têm a ver com você.  Converse com alunos e professores para saber como é a rotina das aulas, os conteúdos estudados, as disciplinas práticas, o clima da sala de aula e as possibilidades de atuação do profissional formado.

4. COMO É O DIA A DIA DA PROFISSÃO?

Tão importante quanto conhecer a parte acadêmica do curso é saber como é, na prática, a profissão que escolheu. Você pode fazer isso mergulhando na rotina diária de quem trabalha na área, visitando empresas ou ouvindo palestrantes. Observe o ambiente de trabalho e as relações entre colegas – é um clima mais formal ou informal? Qual a dedicação exigida? Os horários são fixos ou maleáveis? Coisas simples assim fazem a diferença no dia a dia. Ouvir pessoas com carreira de sucesso para ter uma descrição do trabalho também é recomendável. Mas é bom saber, além do que elas gostam, dos aspectos de que não gostam.
Assim, com opiniões positivas e negativas, você tem uma imagem mais realista do campo ao qual pretende se dedicar. Se estiver na feira, vale a pena assistir a palestras com profissionais da área que selecionou. Um aspecto importante a investigar é a situação do mercado de trabalho. Como anda a empregabilidade de recém-formados? Quais as perspectivas de remuneração ao longo da carreira? É claro que, até se formar, a oferta e a procura de profissionais de uma área deverão se alterar consideravelmente. Mas, se conseguir enxergar as tendências no Brasil e no mundo, ficará mais fácil perceber as carreiras que provavelmente estarão em alta quando tiver o canudo em mãos.

5. DEVO FAZER O TESTE VOCACIONAL?

Se mesmo depois de todo esse processo algumas questões e inseguranças permanecerem, como não conseguir se decidir sobre duas ou mais profissões, não se desespere. Em alguns casos, vale a pena procurar ajuda especializada – até mesmo para confirmar sua decisão. Faça o teste vocacional aqui!

Ainda em dúvida? Então concentre-se nas dúvidas mais comuns a seguir:

Dúvidas comuns respondidas!


  • “Por que é tão difícil decidir-se por uma carreira?”

Essa é a angústia de qualquer escolha: você tem várias opções e precisa decidir-se por uma. Ao escolher uma, abre mão das demais. Além disso, a decisão profissional é a primeira grande escolha que você, provavelmente, vai fazer na vida. E existe um peso nisso. Mas, calma, lembre-se de que é apenas mais um passo, e não a definição do resto da sua vida.

  • “Devo fazer o que eu gosto ou o que dá dinheiro?”

Considere que quem faz o que gosta, geralmente, faz bem. Não adianta optar por uma área promissora se você não se identifica com ela. E mais: o mercado é dinâmico, e nada garante que uma profissão rentável hoje se mantenha assim daqui a alguns anos. Portanto, vale mais a pena fazer o que se gosta.

  • “Como lidar com a opinião dos pais?”

Você não deve desprezar a opinião dos seus pais. Eles até podem ajudá-lo na questão do autoconhecimento. Mas que fique claro: a decisão final é sua! E, no caso de haver pressão sobre a sua escolha, a melhor saída é ter uma conversa sincera, na qual você deve expor seu ponto de vista e seus argumentos.

  • “Vale a pena insistir num curso muito concorrido?”

Vai depender da sua disposição em investir tempo e energia e também da sua situação financeira – se dá para pagar mais um ano de cursinho, por exemplo. É importante, ainda, observar se o seu desempenho e as suas possibilidades de aprovação melhoram à medida que você se prepara. E cuidado com a ideia de prestar dois cursos e entrar no que passar. A decisão deve ser sua, e não das circunstâncias.

  • “E se eu errar na escolha do curso e da profissão?”

Reavalie os conceitos de errar, perder tempo e escolha definitiva: pense na experiência que acumulou e que foi ela que permitiu perceber a necessidade de mudança. Outra coisa é que a escolha profissional não é, necessariamente, “para sempre”: estamos constantemente mudando, e novos interesses surgem. Se avaliou que é hora de mudar, antes veja se a insatisfação não é momentânea (início do curso) ou se está relacionada a aspectos como distância da família ou relação com a classe. Também pense que uma mesma profissão permite muitas e diversas possibilidades de atuação.

GUIA DO ESTUDANTE
adaptações:
LUCIANO LAURINDO


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Dia do amigo

O QUE SIGNIFICA SER AMIGO?
Amigo... Para muitos um ser sem muito valor, já para outros, dão tudo de si para não perdê-lo. Mas na verdade o que significa, ser amigo? Conforme o dicionário: “Que tem feição, aliado, Aquele que se liga a outro por laços de amizade”.
Amigo é único, é insubstituível, é ele que te conhece melhor do que você mesmo, sabe de todas as suas manias e defeitos, mas continua te amando, é nele que você confia de olhos fechados e sabe que nunca te decepcionaria. Aquele que faz você sorrir nos seus piores momentos ou até rir naqueles dias em que tudo dá errado. Pode até não estar presente às 24 horas do dia, mas você sabe que se precisar, ele vai ser o primeiro a te ajudar. É ele que está sempre ao seu lado, seja passando a mão na sua cabeça ou chamando sua atenção. É ele que te entende melhor que qualquer um. Este é o seu melhor amigo! Resumindo, amigo é encontrar a felicidade em diversas maneiras!
Feliz Dia do Amigo!

                                                                                             LUCIANO LAURINDO

domingo, 16 de julho de 2017

Sexo no casamento.

Porque muitas mulheres perdem o interesse sexual durante o casamento?
Vamos lá...
Sexo para os homens é mais uma necessidade física do que para as mulheres. Sexo para mulher, não é só penetração! Tira, bota, tira, bota, tira, bota...
É muito difícil uma mulher perder o apetite sexual, inclusive na terceira idade. Oque ocorre na realidade, é que, sexo para uma mulher, não pode e nem deve ser uma coisa mecânica, aonde o homem chega em casa, troca de roupa, janta, assiste um pouco de televisão, larga o prato em cima da mesa, escova os dentes, assiste mais um pouco de televisão e quando vão para cama, ele simplesmente começa a passar a mão nela e vamos que vamos. Com o tempo, é mais ou menos assim que acontece.
Infelizmente alguns homens tem o pensamento idiota e errado de que "casei e agora não preciso mais conquistar a mulher!". Realmente é errado e idiota pensar assim, pois, o casamento é uma conquista diária.
Alguns homens desperdiçam seu tempo assim:
30 minutos lendo o jornal.
02h: 30 minutos, lavando o carro.
02h: 00, assistindo futebol.
04h: 00, tomando chopinho com os amigos.
Incontáveis horas na internet, etc...
Não fazem questão nenhuma de perder "alguns minutos", por exemplo: Passando em uma floricultura para comprar flores para a esposa; com a esposa em um teatro; em um cinema ou até mesmo em chopinho com ela mesmo.
 Vamos perder tempo somente com o futebol, mas namorar no tapete da sala não!
Sim, namorar mesmo, com beijos e abraços, juras, elogios, músicas, flores, etc...
 Mas não!
-"Pô, é a decisão do campeonato!”;
-“Pô, vou perder o clássico!”.
A mulher perde o interesse, porque, o homem faz com que ela perca esse interesse. O homem acha que somente ele tem problemas. Somente ele tem o direito de se distrair, pois, ele trabalha fora.
A Mulher perde o interesse, porque, com o tempo, o homem faz com que essa mulher sinta que, ela deixou de ser um prêmio a ser conquistado e tornou-se uma pessoa qualquer.
Dê mais atenção ao que é seu vacilão! Dê flores, atenção, carinho, compreensão, amor, ajude-a em suas tarefas, dedique-se mais a ela.
Exemplos a não ser seguidos:
Ela diz: - "Amor, vamos sair para dançar?"
Ele diz: -"Vamos sim claro!"
Ela troca de roupas, se perfuma, se enfeita e...
Ele diz: -"Pô, essa saia não está muito curta não? Precisava se produzir tanto? Só para chamar atenção!"
Como deveria de ser:
Ela diz: -"Amor, vamos sair para dançar?"
Ele diz: -"Vamos sim, claro!"
Ela troca de roupas, se perfuma, se enfeita e...
Ele diz: -"Adoro quando você coloca essa saia, você fica sexy com ela! Adorei esse batom! Meus amigos vão morrer de inveja!"
Claro, que se fazes isso com a sua esposa e mesmo assim não existe mais interesse da parte dela, aí o caso é mesmo sentimental. Ou quem sabe você nunca vai saber, pois durante o auge da relação você não demonstrou interesse, muito menos alimentou esse sentimento e talvez agora seja tarde demais... Ou não!
Cuide bem de sua namorada/esposa ou parceiro.
Autoria: Bruno Guimarães

Adaptações: Luciano Laurindo

BIBLIOGRAFIA DO LIVRO ''QUE É HISTÓRIA'' de EDWARD HALLET CARR.

UM CONCEITO SOBRE HISTÓRIA      INTRODUÇÃO A palavra história em si tem vário significados. Ela pode ser a história de um povo, de...